Ansiedade sob controle

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Medo e preocupação excessiva, reconhecidos como os sentimentos mais comuns da ansiedade,  assumem aspecto mais grave quando a idade chega.  Para médicos e outros profissionais de saúde, se a ansiedade e o medo podem parecer até normais, dadas as circunstâncias do amadurecimento, o surgimento desses sintomas na fase final da vida não deve ser considerado normal.

Segundo as pesquisas, a ansiedade atinge entre 3% e 14% dos idosos, com maior número entre as mulheres. Por outro lado, a incidência é menor entre adultos de idade mais avançada do que entre adultos mais jovens.

A ansiedade causada por acontecimentos estressantes, como a perda de um ente querido ou mudança ou perda de emprego, faz parte do dia a dia. Mas o transtorno conhecido como ansiedade é diferente. Dura muito mais tempo e pode piorar se não for tratado. Ela normalmente surge simultaneamente a outras doenças. Em adultos idosos costuma acompanhar a depressão, as doenças cardíacas, o diabetes e outros problemas. Em alguns casos, as outras doenças precisam ser tratadas antes que o paciente responda ao tratamento da ansiedade.

Há diversos tipos básicos de ansiedade. Apesar de apresentarem as mesmas características, cada uma é ligeiramente diferente e pede tratamentos também diferentes.

Veja alguns dos diferentes tipos de ansiedade:

  • ansiedade de modo geral
  • fobia social
  • síndrome do pânico
  • estresse pós- traumático
  • transtorno obsessivo-compulsivo
  • fobias específicas.

A ansiedade em geral

Nela o paciente se torna muito preocupado em relação a saúde, dinheiro e problemas de família, mesmo que tudo esteja bem. Ele duvida até de que poderá dar conta das pequenas coisas do dia a dia.

Fobia Social

Na fobia social a pessoa teme ser julgada pelos outros ou se sente constrangida. Ela sente medo de fazer pequenas coisas, como se dirigir ao trabalho, passear ou encontrar os amigos. Pessoas com fobia social quase sempre sabem que não deveriam sentir medo, porém não conseguem se controlar.

Síndrome do pânico

A pessoa sofre ataques repentinos e inexplicáveis de terror. Seu coração dispara. Durante os ataques ela experimenta situações irreais e fantásticas além da sensação de fim iminente e de perda de controle. Os ataques não têm hora para acontecer.

Síndrome de estresse pós-traumático

Esta síndrome se instala após a ocorrência de um evento terrível, como um acidente ou ato de violência. A vítima dessa condição pode ter sido aquela que sofreu o acidente ou ato de violência ou alguém que testemunhou o acontecimento.

Transtorno Obsessivo-Compulsivo

Pessoas com tanstorno obsessivo-compulsivo sentem a necessidade incontrolável de conferir infinitamente se portas e janelas estão abertas ou fechadas, de medir o número de passos que separam dois pontos que precisa percorrer regularmente, ou têm certos pensamentos, sempre repetidos, ou rotinas extenuantes.

Fobias específicas

São temores intensos de algo que normalmente não oferece qualquer perigo. Algumas das fobias têm com objeto ambientes fechados, alturas, túneis, água, voar, cães, a visão de sangue etc.

Atenção aos problemas de audição

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É comum pessoas não se darem conta de seus problemas de audição, e, por isso, não procurarem um otorrino, ainda que, por causa do problema, se sintam constrangidas diante de um médico, de amigos ou da família. Você, porém, poderá identificar alguma possível dificuldade auditiva se fizer a si mesmo algumas perguntas:

  • É difícil escutar quando estou ao telefone?
  • Não escuto bem o que me dizem quando há um barulho de fundo?
  • Não acompanho bem a conversa quando há duas ou mais pessoas falando ao mesmo tempo?
  • Preciso me esforçar para entender o que me dizem?
  • Muitas pessoas com quem converso parecem murmurar ou enrolar as palavras?
  • Eu confundo o que me perguntam e respondo outra coisa?
  • Peço `as pessoas que repitam o que disseram?
  • É mais difícil entender o que mulheres e crianças dizem?
  • As pessoas se queixam de que o volume da TV está muito alto?

Problemas de audição logo identificados podem melhorar com tratamento médico adequado, como uso de aparelhos, medicamentos ou mesmo cirurgias.

A perda sensoneural súbita, ou surdez repentina, pode surpreender um paciente em apenas três dias, o que pode até configurar uma emergência médica.  Seja em que caso for, o otorrinolaringologista é o profissional capaz de identificar e mensurar sua perda de audição. Ele utilizará um aparelho chamado audiômetro para testar sua capacidade de ouvir sons de diferente natureza e intensidade. Esse especialista avaliará a eventual perda e indicará a ajuda necessária.

Os testes feitos por técnicos são indolores. Esses profissionais não prescreverão medicamentos ou indicarão cirurgias. Um especialista em audição será a pessoa certa para checar a quantas anda sua audição, determinar os recursos a serem empregados, a definir métodos de reabilitação e a indicar ou mesmo proceder `a cirurgia apropriada.